menu

Image Map

29/03/2018

Projeto | Abrace um escritor nacional | Resenha- O último lobisomem de Whitestone- Fábio de Andrade #Post3


Genteee, tudo beleza? Então, dando continuidade ao projeto #AdoteUmEscritorNacional, hoje vim trazer a resenha de um conto maravilhoso do Fábio de Andrade que está inserido na Revistinha Pulp, que vocês podem ler gratuitamente, além do conto do Fábio vocês encontram mais 5 contos de outros autores. Já virei fã e vou ler todos os volumes da revista. <3 O conto do Fábio se intitula O Último Lobisomem de Whitestone. Vamos conferir a resenha?
LEIA AQUI
🌳 Whitestone não é uma floresta qualquer, ela guarda segredos que seria melhor se ficassem ocultos. Porém, como sabemos, o ser humano é muitíssimo curioso e parece não saber o momento de parar de sê-lo. Além de curioso, pode ser bastante ambicioso e é essa característica que o coloca em situações nada agradáveis. Esse foi o caso de Wiston Botha, que ficou conhecido na região como "o último caçador de lobos", título que ele apreciava muito. 

"[...] a melhor forma de se caçar um lobo é enquanto ele dorme, quem discordar disso, não sabe o que é caça." p. 40

🐺 A floresta, tida como mina de ouro por conta da pele dos animais que existiam por lá, era atacada constantemente por homens gananciosos que não só se conformavam em sustentar-se, mas queriam enriquecer às custas dela. Porém, em tudo há um preço, mais cedo ou mais tarde.

"[...] assim como a mãe natureza fornece tudo de bom grado, ela retira da forma mais implacável possível." p. 39

🌳 E não foi diferente com Ton (Wiston), que durante uma noite foi enganado pela floresta que ele pensava conhecer. Em uma de suas rotineiras caçadas aos lobos, ele se encontra num lugar que não havia estado antes e a noite densa é preenchida por uma névoa e por uma lua cheia que observa do alto o desenrolar daquela história.

🐺 Sendo atraído para uma toca que ele achava ser de lobo, Ton descobre que o preço que a natureza pode cobrar, realmente, pode ser muito alto, e inesperado.

~~~~~~~~~~~~***~~~~~~~~~~~~

🌳 20 anos depois, uma família viaja ao coração de Whitestone, onde possuem uma casa de campo, herança de Jonathan Radcliff pelo falecido avô Salomon. John é casado com Martha com a qual tem um filho pequeno, que aos quatro anos fora diagnosticado com início do que parecia ser tuberculose e por isso nunca pode viajar para aquela casa, por esse motivo esse ano seria diferente para aquela família, porque seu filho George parecia bem melhor. A doença do menino, que parecia simples mas que também possuía outros sintomas, talvez fosse algo hereditário, mas o importante era que George agora parecia estar curado com o contato com a natureza. 

🐺 Durante a estadia no lugar, de apenas um dia, eles têm uma grande surpresa, pois, segundo os guardas florestais que cuidavam do lugar, parece que algum lobisomem estaria atacando os animais. E, de uma hora pra outra, o que era pra ser um verão tranquilo em família acabou se transformando em um filme de terror quando o céu mostrou uma bela de uma lua cheia e a noite ecoou os uivos de um animal que, com certeza, seria muito maior que um lobo. Então a família Radcliff vai descobrir que a lenda do último lobisomem de Whistestone está bem viva. Será que eles vão sobreviver ao encontro? Aí vocês só saberão lendo. 😂

🌳 Genteee, fiquei maravilhada com esse conto, ainda mais com o final. A natureza que o Fábio nos apresenta é personificada, ela não é  um lugar pacífico, ela atua como uma personagem que oferece perigo para aqueles que ousam desafiá-la. O homem com toda essa pompa de o rei do pedaço, é desbancado quando se percebe pequeno e frágil em contato com ela.

🐺 A escrita do Fábio é maravilhosa, não tenho nem o que falar sobre isso, vocês já sabem  minha opinião. Ele sabe dosar bem as informações, sabe deixar o leitor ansioso, roendo as unhas, mesmo quando sabemos o que esperar. Mas, como nos contos que já li do Fábio, o final é sempre o que vai nos impactar e completar o sentido que ao longo da história o narrador vai semeando. Conto mais que indicado! 

Classificação: 
🕮🕮🕮🕮🕮💗
Autor: Fábio de Andrade
Conto publicado na Revistinha Pulp
Ano: 2018
Páginas: 15


Conheçam mais do Fábio e sobre seus textos nas seguintes redes sociais:

〜〜〜〜〜〜❤❤❤〜〜〜〜〜〜
Esse post faz parte do projeto que trouxe aqui para o blog, o #AdoteUmEscritorNacional, um incentivo a que leiamos mais nacional e que abramos um espaço para nossos queridos escritores, que fazem de nossos dias uma aventura incrível. \o/\o/\o/\o/ Saibam mais do projeto AQUI e confiram a primeira e a segunda postagem que fiz sobre o autor, uma entrevista bem amor. 
〜〜〜〜〜〜❤❤❤〜〜〜〜〜〜


Abraços quentinhos e até a próxima, se Deus quiser. 💗

24/03/2018

Projeto | Abrace um escritor nacional | Indicação- Sob os olhos do delírio- Fábio de Andrade #Post2

SINOPSE | COMPRA
Oi, gente, como estão? Dando continuidade ao projeto, hoje vim indicar uma antologia através da qual tive contato com escrita do Fábio e passei a amá-la. Vou dar alguns motivos pelos quais vocês deveria ler os contos do autor:

1- Se você é amante de terror e gosta de histórias com show de horrores, surpresas e loucuras, essa antologia é uma boa pedida. Sério, você não vai ser o mesmo após a leitura.

2- O autor não só entra na psique das personagens, mas, através da sua escrita, na do leitor também, explorando nossos medos, principalmente no primeiro e terceiro contos.

3- Gosta de contos com finais surpreendentes? Se sim, esses são perfeitos para você.

A antologia é composta por três contos: 
➸ O horrível fim de José de Alencar 
➸ Em casa
➸ Obmen-01

O primeiro é mais carregado, a escrita do Fábio neste conto se mostra mais exploradora, no sentido de que arranca nosso medo lá do fundo e nos faz arrepiar. O segundo achei mais leve, tira um pouquinho do peso do horror do primeiro e nos prepara pra loucura do terceiro que, por sua vez, é voltado pra ficção científica, explorando, como já antecipei, a temática da loucura.  A escrita do Fábio é maravilhosa, ele constrói histórias que nos tocam, não por ser dramáticas, mas por ser horripilantes, então o terror/horror se torna quase palpável. Consegui convencê-los? Não? Leiam a resenha que fiz da antologia AQUI e saibam mais detalhes.

Onde obter mais informações sobre o autor e seus textos? 

〜〜〜〜〜〜❤❤❤〜〜〜〜〜〜
Esse post faz parte do projeto que trouxe aqui para o blog, o #AdoteUmEscritorNacional, um incentivo a que leiamos mais nacional e que abramos um espaço para nossos queridos escritores, que fazem de nossos dias uma aventura incrível. \o/\o/\o/\o/ Saibam mais do projeto AQUI e confiram a primeira postagem que fiz sobre o autor, uma entrevista bem amor. 
〜〜〜〜〜〜❤❤❤〜〜〜〜〜〜
Abraços quentinhos e até a próxima, se Deus quiser. 💗

19/03/2018

Projeto | Abrace um escritor nacional | Entrevista- Fábio de Andrade #Post1


👻(Buuu!!!)
Oiiiii, gente, como prometido vim trazer uma entrevista bem bacana que fiz com o Fábio de Andrade. Desde já, aproveito pra agradecer muito a ele pela oportunidade de conhecermos mais um pouquinho sobre ele e sobre seu universo. Muito obrigadaaaaa. O Fábio, esse moço bem-apessoado aí da foto, escreve mais terror e horror, então quem é apaixonado por esses gêneros vai amar demais sua antologia de contos "Sob os olhos do delírio". Leiam e venham surtar comigo (e com o Fábio, que ama conversar  ). Pra conferir a resenha, é só clicar AQUI


〜〜〜〜〜〜〜〜〜〜〜〜〜〜〜〜〜〜〜〜〜〜〜〜〜〜〜〜〜〜〜〜

1- Conte-nos um pouquinho sobre você, quem é o Fábio, o que faz, hobbies, enfim...
🗨  Bem, sou um cara normal de Ananindeua que está tentando não morrer nos próximos 30 anos, até agora venho conseguindo isso com um certo êxito. Não tive uma infância marcada por acontecimentos macabros, ou alguma morte que tenha me traumatizado, porém, quando tinha por volta de 16-17 anos, meu melhor amigo se suicidou, não que isso tenha interferido de alguma forma na minha escrita, não! Até porque sei que ele tá bem melhor que eu agora, mas se for colocar isso como acontecimentos marcantes de um período da minha vida, esse seria o primeiro. De resto, foi tudo “normal”. Já tive uma porção de hobbies, sendo que a maior parte deles foram fliperamas e todos os jogos de luta que ganhei e perdi fichas por aí, e hoje a leitura e escrita dominam com facilidade um bom pedaço de mim. Sou estudante de engenharia elétrica que escreve sobre casas mal-assombradas por bonecas que fedem.


2- Fábio, quem lhe conhece sabe que você escreve mais terror e horror. Então, de onde veio essa inspiração? Você se aventurou no gênero propositalmente ou simplesmente fluiu? 
🗨  Eu fui uma criança muito medrosa, tudo graças à duas coisas: O exorcista e Resident Evil. Esse medo ficou lá no canto dele fazendo com que eu demorasse mais do que o normal para dormir. As coisas pioraram quando descobri um vídeo no YouTube e aqui vai um aviso: nunca procurem por “Obedece a la morsa”, foi desde então que as coisas pioraram. O tempo passou, comecei a dormir por mais tempo, mas alguns medos continuaram, contudo agora eram mais toleráveis. Eis que a literatura ganha um espaço muito grande na minha vida, e leio pela primeira vez Psicose do Robert Bloch e após saborear a palavra Fim, eu fechei os olhos rindo e pensando: “Cara, eu consigo fazer isso”, não desmerecendo o trabalho ou tentando me equiparar ao Bloch – até porque seria algo impossível -, mas disse no sentido de não precisar ser um semi-deus para contar uma boa história. Desde então o terror se tornou um tobogã, passando por Poe, Lovecraft, Machado de Assis, King, Radcliff, e misturado com todos os medos do passado, resultou no que escrevo hoje.


3- Quais os autores que mais têm influência na sua escrita? 
🗨 O texto quando fica pronto é o que restou de vários e vários processos de escrita e reescrita. Eu gosto de absorver um pouco de cada autor que admiro e tento aplicar um pouco do que aprendi no que escrevo. De todos que são importantes para mim, devo ressaltar alguns, como Dan Brown, pela sua agilidade e inteligência narrativa, o cara é incrível e a estrutura dos livros dele é mais ainda. Jô Soares e Aluísio de Azevedo pelas ótimas sacadas em trazer críticas de forma muito humorada. Edgar Allan Poe e H.P Lovecraft pelas suas capacidades únicas de representar o medo de diversas formas possíveis, fazendo com que o leitor sinta medo e culpa de ler seus textos. Orwell e Attwood por me fazer acreditar que uma tragédia tem a maior carga de aprendizado nessa vida.


4- Como acontece o seu processo de produção, ou melhor, de onde você tira os elementos para seus textos? 
🗨 Depende um pouco do destino final dele. Se é algo que tenha um tema já específico, eu gosto de trazer elementos conhecidos de formas e percepções diferentes, porém quando é um texto criado desde o início, não tendo limite em nenhum aspecto, eu começo com o argumento da obra e me faço algumas perguntas como: “o que eu pretendo passar com ela? Qual a mensagem que eu quero que entendam no final do texto? ”, mas há casos onde não tem mensagem alguma ou fica apenas subentendida. Depois parto para o tema, cenário e enredo, tendo essas quatro coisas já definidas, começo as pesquisas sobre os assuntos. Gosto de escrever a respeito de coisas que não tenho muito conhecimento, isso me força a temer mais o novo caminho que vou trilando, aprendendo algo novo todos os dias, estimulando a criatividade fazendo com que isso acarrete positivamente na escrita. Durante a pesquisa eu já penso na estrutura da história, encaixando os modelos que já conheço ou experimentando coisas novas que surgem na hora. Quando já tenho tudo isso pronto, inicio a escrita. Isso é para algo maior como romances e novelas, mas quando escrevo contos, na maioria das vezes gosto de escrever sem parar, sem saber para onde vou, apenas com o tema central e o tempo me ajudando.


5- Imagino que assim como muitos, ou todos, escritores você já tenha passado por momentos de bloqueio. O que você faz quando isso acontece? 
🗨 Meu maior bloqueio foi quando estava escrevendo Lia-303, foi horrível. Semanas e semanas escrevendo 20 linhas no máximo. Eu sei que isso ocorreu devido a minha experimentação de estrutura, não que eu tenha errado, mas descobri um jeito de como não fazer o certo. Durante esse período de bloqueio, eu parei de escrever e fui consumir coisas que tinha a ver com o tema do livro (livros, filmes, séries e etc.), enfim surgiu fagulhas que encontraram o carvão do terror e incendiaram o texto até o final do livro. Já hoje, tenho um remédio muito bom – para mim - contra o bloqueio criativo: estrutura.


6- Acredito que para quem escreve todo apoio é necessário, seja de onde for. Quais as pessoas que mais lhe incentiva a escrever? 
🗨 Seria de um egocentrismo enorme – e essa não é a intenção – se eu falasse que meu maior incentivador sou eu mesmo pelo único motivo de me sentir muito incomodado por não conseguir chegar ao ponto que almejei, porém, existem pessoas que sem elas, esse ponto nunca existiria de forma alguma. A primeira é a Thaís, minha namorada, e por ela não ter um contato mais profundo – ou obcecado como eu - com literatura, as críticas dela são as mais importantes possíveis (nesse momento de escrita), pelo simples fato de caso eu faça ela gostar do que escrevo, já é meio caminho andando. Isso é um ensinamento no qual King passa em seu livro Sobre a Escrita quando fala sobre leitores ideais. Não posso esquecer de alguns amigos que sempre estão do meu lado em qualquer coisa que me dedico a fazer, seria impossível não falar do Marlon Maia, que é o cara mais criativo que conheço, Yuri “Lander” Victor, que me acompanha em qualquer “aventura”; Lenmarck Andrade, um grande amigo e escritor que, apesar do pouco tempo de amizade, encontrei nele um irmão – nosso sobrenome não tem nada a ver com isso - que vou levar para o resto da vida e não podia esquecer de pessoas como você Mi, que foram tão simpáticas e me abraçaram de uma forma tão carinhosa em ceder um espaço pra ler meu livro. Tive o prazer de ler palavras tão positivas a respeito de Sob os olhos do delírio, e esse é um tipo de incentivo que me faz escrever todos os dias.


7- Nos conta um pouco sobre como é ser escritor no Brasil. Quais as dificuldades que você já enfrentou, como é o mercado editorial... 
🗨 Esse é um assunto um pouco controverso, porque antes de qualquer coisa você precisa lembrar que existem dois pontos de vistas na jogada: do escritor e da editora, essa última como uma empresa que visa lucro e como consequência desse lucro fornece literatura. Vivemos em um país onde 66% da população não lê e 70% nunca comprou um livro, então uma editora antes de tudo é uma guerreira no meio dessa guerra de páginas e devido esse campo de batalha ser tão disputado, alguns caminhos até ter seu livro publicado acaba sendo bem estreitos. O mercado em si é fechado por natureza, pessoas com contatos tem suas facilidades aumentadas – e não vejo problema algum nisso – e quem não faz parte desse primeiro grupo precisa se encaixar em um certo “padrão” para ser notado, além de ter um ótimo livro, é claro. A maior dificuldade nisso é se encaixar nesse modelo de escritor, antes você ficava famoso ao ser publicado, hoje você precisa ser famoso para ser publicado. Essa é uma máxima que não resume, em si, o mercado editorial brasileiro, mas nela existe um fator muito verdadeiro disso tudo, você precisa ser uma aposta lucrativa para as editoras. Fora que existem diversos outros problemas, mas hoje, na minha opinião, esses são os maiores, e se você tem o sonho de ser escritor, mas acha que o mercado é o grande vilão e não se adaptaria para entrar nele, só tenho uma coisa a dizer: boa sorte.


8- Sempre que converso com você, sempre está sorrindo (virtualmente, claro, haha), alegre. O que você faz nos momentos mais difíceis ou a quem você recorre pra manter essa alegria? 
🗨 Eu não levo a vida tão a sério quanto deveria. Gosto de ver as coisas engraçadas por trás das trágicas, então na maioria das vezes que os problemas surgem eu gosto de me consolar dessa forma, mas quando as coisas apertam de vez, existe uma pessoa a quem eu recorro ao colo: Thaís.


9- Conte-nos sobre projetos futuros. Algum livro vindo por aí, algum plano pra sua vida pessoal... 
🗨Eu estou com uma parceria muito forte com o Lenmarck em diversos ramos, desde livros até podcasts que por sinal escutem o Barzinho dos Andrade e o Soodacast, programas que a gente participa. A revisão de Lia-303 está acontecendo com o intuito de ser publicado de forma tradicional. Tô pensando também em mais uma antologia no mesmo formato de Sob os olhos do delírio e no meio de tudo isso tem uma faísca de thriller surgindo por aí. Fui convidado também – algo que me deixou extremamente feliz – para participar de duas antologias que vão sair esse ano, uma é uma revista digital organizado pelo Teatro de Apartamento, com uma temática pulp; a primeira edição é sobre monstros e tem um conto meu de lobisomens vindo por aí. O outro convite veio do escritor e conterrâneo Andrei Simões para uma antologia, não posso dar muitas informações a respeito, mas aguardem porque vai ser incrível!


10- Rapidamente, responde: 
* Um lugar: Meu quarto 
* Uma pessoa: Thaís 
* Uma cor: Cinza 
* Um escritor: Edgar Allan Poe 
* Uma paixão: Escrever 
* Uma bebida: Cerveja 
* Uma comida: Bife empanado 
* Uma dúvida: Quando um cego sabe a hora de parar de se limpar? 
* Uma certeza: D.C é melhor que Marvel.

〜〜〜〜〜〜〜〜〜〜〜〜〜〜〜〜❤❤❤〜〜〜〜〜〜〜〜〜〜〜〜〜〜〜〜

Conheçam o Fábio acessando o  INSTAGRAM, FACEBOOK OU SITE.  

Ahhh, gente, digam se não é uma pessoa muito amor o Fábio? Amei fazer a entrevista com ele e abrir esse espaço pra um autor que já curto muito. Daqui pro final de semana, lhes trago mais uma postagem relacionada a ele. Aguardem. E me digam, o que acharam?


Esse post faz parte do projeto que adotei aqui no blog, o #AdoteUmEscritorNacional. Não é um projeto inventado por mim, como já falei na primeira postagem, existe em várias redes sociais (com outros nomes) e é um incentivo a que leiamos mais nacional e que abramos um espaço para nossos queridos escritores, que fazem de nossos dias uma aventura incrível. \o/\o/\o/\o/

Abraços quentinhos e até a próxima, se Deus quiser. 💗
© ♥ Eu Sou Um Pouco De Cada Livro Que Li ♥ - 2016. Todos os direitos reservados.
Designed by: Amanda Hauanne e Mirelle Almeida. Cabeçalho by: Edu Anjos.
Tecnologia do Blogger.